O Basteni Tênis começou em uma conversa entre Raul de Lúcio e o professor Justino. Hoje é a plataforma que está mudando a história das escolas de tênis no Brasil.
"A gente vive isso todo dia. Aluno que some, mensalidade esquecida, vaga vazia com gente na fila. Cansei de ver escola de tênis no Brasil patinando por falta de ferramenta. O Basteni nasceu pra acabar com isso."

Tudo começou de um jeito simples — do jeito que as boas ideias começam. Em uma quadra de saibro qualquer, no fim da tarde de um dia qualquer, dois homens apaixonados por tênis conversavam: Raul de Lúcio e seu professor de longa data, Justino.
Justino dava aula há mais de vinte anos. Conhecia cada movimento, cada saque, cada aluno pelo nome. Mas conhecia também o outro lado, o lado que ninguém vê quando o jogo termina: a planilha que ele mantinha na cabeça, o caderno de presença que sumia, a mensalidade que ele jurava ter cobrado mas o aluno jurava que não. O WhatsApp lotado de mensagens. Vagas vazias na quadra enquanto a fila de espera tinha gente esperando há semanas.
"Tem que ter um jeito melhor", disse Justino naquela tarde.
Raul ouviu. Ouviu de verdade. E ouviu por meses. Anotou cada dor, cada workaround, cada "isso aqui me toma duas horas por semana". Conversaram em outras quadras, com outros professores, com outros gestores de outras escolas. A história se repetia em todo lugar: escolas de tênis no Brasil estavam patinando por falta de uma ferramenta feita para elas.
Os sistemas genéricos não entendiam fila de espera, não falavam de nível técnico, não sabiam o que era uma reposição. Os de academia eram caros e não cabiam. As planilhas viraram um peso impossível.
Foi aí que Raul de Lúcio decidiu construir o que ninguém tinha construído. Não um software adaptado de outra coisa — um sistema desenhado do zero, tela por tela, campo por campo, fluxo por fluxo, especificamente para o universo do tênis. Trabalhando incansavelmente, conversando com Justino e com dezenas de outros professores e gestores, ele desenvolveu cada parte da plataforma com uma obsessão única: que fosse simples o suficiente para o professor mais avesso à tecnologia e poderoso o suficiente para o gestor mais exigente.
Assim nasceu o Basteni Tênis — o super sistema que vai mudar a história das escolas de tênis no Brasil. Não é uma promessa. É um movimento que já começou, uma escola por vez, uma quadra por vez, um aluno por vez.
E essa história está só no começo.
Em uma quadra de saibro no fim da tarde, depois do treino, Raul de Lúcio e o professor Justino conversavam sobre os mesmos problemas que se repetiam todo mês: alunos que sumiam sem aviso, mensalidades esquecidas, vagas vazias enquanto havia gente na fila. Foi ali que nasceu a pergunta: "Por que não existe um sistema feito de verdade para escolas de tênis?"
Justino, com mais de duas décadas dando aula, listou cada dor da rotina: a planilha desatualizada, o WhatsApp que nunca para, a mensalidade que ele jura ter cobrado mas o aluno jura que não. Raul ouviu. Anotou tudo. Começou a desenhar telas, fluxos, regras. O sistema começava a tomar forma — não em código, mas em conversas semanais entre quadra e prancheta.
Com a base sólida de tudo que Justino vivia em quadra, Raul de Lúcio mergulhou no desenvolvimento. Cada tela foi pensada não como software, mas como ferramenta de quadra: simples para o professor lançar presença em 5 segundos, poderosa o suficiente para o gestor entender por que a receita do mês caiu. Nascia o Basteni Tênis — o sistema feito por quem conhece a quadra, para quem vive a quadra.
O Basteni Tênis sai da prancheta e começa a rodar nas primeiras escolas. Gestores que viviam reféns da planilha começam a ver, pela primeira vez, a ocupação real de cada quadra. Professores lançam presença do celular sem precisar lembrar de transcrever depois. Alunos enxergam sua evolução técnica mês a mês. A profissionalização das escolas de tênis no Brasil começa a mudar de patamar.
A missão é clara: levar o Basteni Tênis a cada escola de tênis do Brasil, do clube de bairro à academia de elite. Onde houver uma quadra de saibro, uma rede e a vontade de profissionalizar, o Basteni estará lá. Estamos apenas no começo de uma transformação que vai redefinir o que significa gerir uma escola de tênis no país.
Apaixonado por tênis e por construir produtos que resolvem problemas reais. Foi quem ouviu Justino, entendeu a dor das escolas de tênis brasileiras e decidiu criar — sozinho, com a obsessão de quem acredita — o super sistema que faltava ao mercado. Cada linha de código do Basteni Tênis nasceu da convicção de que escola de tênis no Brasil merece ferramenta de primeira.
Mais de duas décadas formando jogadores. Foi quem trouxe a vivência crua da quadra para a mesa de projeto: cada dor, cada workaround, cada "isso aqui me toma duas horas por semana". Sem Justino, o Basteni Tênis seria mais um sistema. Com ele, virou a ferramenta que professores reconhecem como sua.
Acreditamos que toda escola de tênis — do clube de bairro à academia de elite — merece operar no mesmo nível das melhores do mundo. Com o Basteni Tênis, isso deixa de ser um privilégio de poucos e vira a realidade de muitos.